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Gestão financeira: os principais erros e como evitar

 

Errar é natural, mas ficar passando dor de cabeça é totalmente dispensável. Na gestão financeira funciona bem parecido: você pode cometer erros, mas insistir em uma dor que pode ser tratada não faz o menor sentido. Ainda mais quando se trata de seus recursos, de uma parte tão vital para sua empresa. Para ajudar nisso, reunimos os principais erros cometidos na gestão financeira de uma empresa e como evitá-los ao longo da jornada empreendedora. Confira:

 

Não separar contas e despesas pessoais das empresariais

Essa é a regra número um. Básica, mas que precisa ser dita. Muita gente coloca no mesmo bolo seus gastos pessoais e o caixa da empresa. Como fazer uma gestão financeira eficaz do seu negócio se parte do seu patrimônio pessoal está dividindo espaço de locação. À princípio, pode parecer uma ideia de centralizar, mas conforme as coisas vão tomando corpo, pode virar uma enorme bagunça.

Divida suas despesas. Tenha uma conta física e uma conta jurídica. Uma que esteja limitada à manutenção da sua vida e outra que administre os recursos da sua empresa. Além de ser uma ótima forma de ajudar a gestão financeira do negócio, também ajuda na hora de fazer o imposto de renda, que fica bem mais simplificado de fazer.

 

Não anotar todos os gastos e ganhos

Comprar um mouse. Um teclado. Contas, que em uma ideia geral, não tenho um peso significativo para ser registrado no controle de entradas e saídas. Erro grave. É imprescindível anotar toda movimentação do caixa da empresa.. Isso porque esses pequenos gastos somados podem resultar em um montante expressivo e acabar comprometendo a saúde do seu negócio. Acredite.

 

Não usar ferramentas de gestão financeira

O processo manual é suscetível ao erro. Hoje, momento em que a inovação floresce sobretudo em novas maneiras de executar processos, há inúmeras ferramentas de gestão financeira. Como exemplo, você pode automatizar seu fluxo de caixa e ter esse problema de controle de entrada e saída na ponta da língua, ajudando na tomada de decisão. Outros exemplos são os sistemas integrados e inteligentes que controlam as contas a pagar e a receber. Independente do tipo de solução escolhida, é importante que ela facilite esse controle e minimize as chances de riscos.

 

Não definir metas e não acompanhá-las

Sempre dizemos aqui, principalmente quando o assunto é gestão de processos: quando você vai viajar, primeiro você define o destino e naturalmente depois o caminho até chegar lá. Definir metas e acompanhá-las é exatamente isso. Saber para onde vai e se o caminho que você vai percorrer está dentro do planejado. Não definir metas e não acompanhá-las é pegar o seu carro e ir rumo ao horizonte, esperando chegar em um lugar que está no lado oposto.

É preciso sempre checar para ver se você continua no caminho certo e acontece exatamente o mesmo com os indicadores definidos para alcançar as metas. Eles servem principalmente para mostrar se o negócio está indo em direção às metas ou não e para poder identificar essa situação o ideal é acompanhá-los sempre.

 

Não fazer previsões para a gestão financeira

Ainda na analogia na viagem, você tem também o fator de prever as possíveis condições que você irá pegar de estrada. Se você opta viajar pelo dia, é bem diferente do que viajar pela noite. É a partir do planejamento e do controle desses dados que é possível ir além e prever como poderão ser os próximos meses para o negócio. 

Imprevistos acontecem e suas previsões nunca serão totalmente assertivas. Ao mesmo tempo, ela poderá dar uma boa estimativa do que esperar. Por exemplo, se a empresa decide escalar, é preciso realizar uma previsão de quanto investimento será necessário, por quanto tempo e quando, mais ou menos, a empresa poderia se sustentar sozinha novamente. 

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